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Valor Econômico: setor segurador sente os impactos da pandemia, mas deve manter um crescimento robusto pelos próximos meses

 

O jornal "Valor Econômico" publicou em  30 de março, caderno especial sobre seguros e resseguros. Entre os temas abordados na publicação, destaque para os impactos do coronavírus na indústria, que deve interromper sua trajetória de crescimento firme verificada especialmente a partir do segundo semestre de 2019. De acordo com dados da CNseg divulgados na matéria, entre janeiro de 2019 e janeiro de 2020, o crescimento foi de 12,6%.  Segundo o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, ouvido pela reportagem, o setor deve manter um crescimento robusto pelos próximos meses por um efeito de carregamento estatístico, mas importantes carteiras em ramos como vida, patrimoniais, de responsabilidade civil e planos de acumulação (previdência privada) tendem a ser impactadas negativamente com aumento de desemprego, queda de renda e de produção. Coriolano também comenta que é incerto como será o ciclo de cancelamento de contratos vigentes se houver aperto de salários ou como será a dinâmica dos clientes quando os contratos atuais vencerem.

Outra matéria do caderno do "Valor" aborda as iniciativas das seguradoras para atuarem em um cenário de juros baixos, que compromete seus resultados financeiros. Segundo o presidente da CNseg, em reação a esse quadro as companhias têm atuado nos ajustes das despesas administrativas, comerciais e da sinistralidade.

O caderno especial do Valor aborda, ainda, a LGPD , insurtechs, o IRFS 17 e a modernização da base de TI, entre outros temas, além de trazer um anúncio  da Confederação Nacional das Seguradoras reafirmando seu compromisso, nesse momento de pandemia, com o apoio da população segurada e todos que precisam de esclarecimentos sobre esse vírus. Confira abaixo a íntegra do anúncio  publicado no suplemento especial sobre seguros e resseguros do jornal "Valor Econômico".

 

http://www.cnseg.org.br/noticias/valor-economico-setor-segurador-sente-os-impactos-da-pandemia-mas-deve-manter-um-crescimento-robusto-pelos-proximos-meses.html

CNseg 30/03/2020