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Fórum de notáveis Mario Petrelli nas mídias sociais

O Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros Privados já está nas principais mídias sociais: Instagram, Facebook, Twitter e Linkedin. Segundo o presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Marco Antônio Gonçalves, membro e um dos fundadores e atual coordenador executivo do Fórum, houve um consenso de que esse é o "melhor caminho" para a comunicação direta com toda a sociedade. "É um passo fundamental para se alcançar o objetivo de criar condições para o fomento do mercado", assinalou, em entrevista ao CQCS. 

Ele disse ainda que outro objetivo da presença nas redes sociais é ser acompanhado pelos Corretores, Securitários e também pessoas que não são do Mercado, que poderão contribuir com o Fórum, enviando sugestões e questões a serem discutidas.  "Isso seria muito bom e positivo para ajudar o Fórum a se desenvolver ainda mais. O fórum é eclético e ecumênico. Tem corretores, seguradores e outros profissionais e executivos do mercado. O objetivo é apresentar propostas visando ao desenvolvimento e fomento do mercado", acrescentou Gonçalves. 

A intenção é, inicialmente, divulgar o propósito do fórum e postar matérias de interesse comum, como, por exemplo, o open insurance, tema que vem sendo discutido no fórum, diante do entendimento que é preciso "corrigir eventuais distorções para que o Open Insurance seja muito bom para o consumidor e contribua para o fomento do Mercado de Seguros , Previdência, Capitalização e Resseguro". 

Marco Antonio Gonçalves frisou ainda que todos poderão acompanhar pelas mídias sociais e, dessa forma, entender as propostas discutidas no fórum. "Queremos agregar valor, ajudando a sociedade a entender como funciona o setor de seguros, e complementando o trabalho feito pelas entidades do mercado, explicando detalhes dos seguros em geral", acentuou. 

 Ele citou também o debate sobre seguros que possam substituir o DPVAT no futuro , assunto de interesse direto para toda a sociedade brasileira. Na avaliação de Marco Antonio Gonçalves, é possível avançar na discussão de alternativas que poderão ser ofertadas pelo Mercado, seja no ramo de Acidentes Pessoais ou no Ramo de Responsabilidade Cívil. "Países que aprovaram o RC obrigatório tiveram um boom no mercado de seguros, especialmente no ramo de veículos. Muitas vezes, quem compra o RC acaba se interessando também pelo seguro do automóvel", comentou.

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CQCS